sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Francisco Fernandes Lopes

Francisco Fernandes Lopes nasce em Olhão a 27 de Outubro de 1884 e faz o seu trajecto pela existência até 6 de Junho de 1969. Entre estas datas extremas temos uma riquíssima actividade intelectual que abarca as temáticas da medicina (sua actividade profissional e razão da nomenclatura de uns artigos que escreveu sobre o movimento do integralismo lusitano), música, história, filosofia e, para dizer tudo em uma palavra, cultura.
Esta actividade produziu um determinado número de conexões e amizades como, por exemplo, com o movimento da Renascença Portuguesa: Revista Águia, Teixeira de Pascoais, Jaime Cortesão, Álvaro Pinto, Leonardo Coimbra (que o convidou para docente da Faculdade de Letras do Porto que o próprio Leonardo Coimbra tinha criado); Seara Nova – Raul Proença, António Sérgio, Aquilino Ribeiro (que publica as suas primeiras letras num jornal de Olhão – Cruzeiro do Sul, suponho), Raul Brandão, Câmara Reys e, ainda, Afonso Lopes Vieira, António Correia de Oliveira, Augusto Casimiro e Roberto Nobre, o ilustrador de algumas obras de Ferreira de Castro (R. Nobre já foi aqui esquadrinhado pelo Alexandre, já vai fazer dois anos – esta barrica já vai fazer dois anos, Alexandre, esperamos a mensagem natalícia). Privou de perto, ainda, com os maestros Ivo Cruz, Freitas Branco, Frederico de Freitas e Viana da Mota, com o investigador da área da medicina Francisco Pulido Valente, com Ramada Curto e com o poeta Fernando Pessoa (estes últimos dois referidos no texto já aludido sobre o integralismo).
Além de tudo isto, recentemente encontrei, também, uma carta de Ortega y Gasset, outra de Joaquim de Carvalho e uma terceira, embora esta claramente duvidosa, de Ygor Stravinsky. Despeço-me com amizade…

1 Comments:

Blogger Edgar said...

Olá
Acabei de ver este post e tentei mandar-vos um mail para o vosso contacto (toneldiogenes@hotmail.com), mas pelos vistos nao foi possível, nao sei se têm algum problema com o vosso contacto.
De qualquer forma, digo aqui o quero:
No último parágrafo, diz Xor Z que (e passo a citar), "Além de tudo isto, recentemente encontrei, também, uma carta de Ortega y Gasset, outra de Joaquim de Carvalho e uma terceira, embora esta claramente duvidosa, de Ygor Stravinsky".
Como olhanense que sou, tal como F. F.Lopes, e por me interessar a sua vida e obra, agradecia que passassem este mail a Xor Z, pois tenho algumas perguntas para ele:
Onde encontrou as tais cartas?
Estao publicadas? Se sim, em que obra?
Em que se baseia para supor que a carta de Stravinsky é duvidosa?

Desde já agradecido,
Edgar Cavaco

ps. se possível, envie a resposta para o meu mail:
edgarcavaco@gmail.com

11:04 da tarde  

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